Li num livro…

Pense um pouco na maneira como fomos educados, formados, adestrados. Havia um padrão a ser seguido: nascer, ser vacinado, estudar — de preferência obtendo notas altas —, formar-se, encontrar, junto com um bom emprego, o grande amor de nossas vidas. Fomos educados para alcançar resultados, e não para valorizar os processos, esses meios-tempos indispensáveis para irmos construindo a auto-estima e a liberdade necessárias para fazermos as escolhas capazes de nos trazer felicidade. O meio-tempo é o espaço de aprendizagem em nossas vidas, quando as experiências quaisquer que sejam não são objeto de julgamento, mas oportunidades para aprendermos. O meio-tempo é o momento em que temos coragem de dizer ‘não sei’: não sei o que estou sentindo, não sei o que fazer, não sei como fazer. Não sei, mas vou descobrir, não vou tomar decisões precipitadas só para escapar da dúvida, porque já fiz isso antes e me dei mal.”

Enquanto o Amor Não Vem, de Iyanla Vanzant

Meu aprendizado: estou em um “meio-tempo”. Em um não, em vários. Tenho dito vários “não sei” em resposta a várias perguntas, em várias áreas da minha vida. E tá tudo bem! Porque hoje sinto que realmente quero, talvez pela primeira vez na vida, estar feliz com esse meio-tempo, com as incertezas, e tirar deste momento de dúvidas os aprendizados todos dos quais talvez eu tenha vivido tentando fugir… Chegou a hora.

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