“Canto, canto, minha gente!…”

“… deixo a tristeza pra lá, canto forte, canto alto, que a vida vai melhorar!” Música é tão parte de quem eu sou que foi difícil escolher o título e como começar a falar da minha Vida de Cantora. Mais difícil ainda está sendo escrever este texto SEM música – porque estou numa biblioteca e acabei esquecendo o fone de ouvido, justo hoje… 😥 É assim que a música funciona pra mim, como um motor auxiliar que faz a minha engrenagem girar. Por mim, acordaria, trabalharia, comeria, passaria o dia todo e dormiria ouvindo música. E sou eclética nível hard, viu? Mas de verdade mesmo, não mais ou menos… Ouço MPB, pop, rock, sertanejo, folk, country, pagode, forró, axé (aí já quero dançar junto, kkk), minha “ídola” Sandy, música clássica, indiana, latina, francesa… Dependendo do dia, do humor, do momento, a cada hora vai um estilo, mas que sempre tem algo tocando, tem! Não, não me canso. Mas, claro, respeito a minha família que mora comigo, e maneiro um pouquinho quando não estou sozinha. Mas quando estou… é simplesmente impossível não estar ouvindo música – e cantando junto, claro! Também, está no sangue, né…

Venho de uma família totalmente musical! Meu pai toca um pouco de vários instrumentos (teclado, violão e alguns mais diferentões, como escaleta e xilofone), mas arrasa mesmo é no violino. Lembro-me de ser muito pequena e vê-lo tocando, em casa e na igreja. Igreja, aliás, que foi uma das principais responsáveis por me imergir na música. Meus pais cantavam no louvor e em corais, e eu estava sempre em algum ensaio de alguma coisa, durante toda a infância. Aí, na adolescência, comecei a namorar com “O” principal músico da igreja, violonista extremamente talentoso, cantor com uma voz linda e compositor de músicas que todos adoravam cantar. Muitas delas ajudei a fazer a letra, aliás, porque afinal sempre fui boa com as palavras. E no fim, quando nos casamos, acabei cantando durante bastante tempo também, tanto no louvor quanto em corais (amava os de Natal!!!). Inclusive hoje, que não participo mais ativamente de uma única igreja, cantar no louvor é uma das coisas de que mais sinto falta… Canto pra caramba mesmo assim, em casa, no chuveiro, dirigindo, quando vou a bares com música ao vivo… mas cantar no palco é diferente, né? Pra uma leonina então… eu gosto, pra caramba, rs. Sempre lidei bem com exposição, estar no centro das atenções, falar em público, no microfone e todas essas coisas que quem também cresceu na igreja sabe que é muito difícil evitar. E que bom que foi assim!! Sem dúvida desenvolveu ainda mais a minha extroversão, que sei que é chave hoje para várias das coisas que mais amo fazer nessaS minhaS vidaS!

Quer um exemplo? KA-RA-O-KÊ! Sou APAIXONADA! Não sei me controlar quando vou a um lugar que tem uma maquininha dessas, sério! Pode ser em festa de amigo, em bar que é focado nisso, naqueles que têm só umas musiquinhas meia boca ou mesmo quando o cara que está fazendo música ao vivo no restaurante abre uma brechinha pra quem quiser ir lá cantar, rs. Sim, eu vou, de verdade! Visto a minha melhor cara de pau e peço o microfone. Às vezes faço morrendo de vergonha, principalmente quando é um lugar em que não conheço muita gente, mas é tipo uma coisa que não consigo evitar, sabe? Ter um palco, um microfone, uma música de fundo ou um instrumentista e não aproveitar a chance de cantar, gente? Consigo não… hehehehe. Queria colocar aqui um vídeo de quando eu e uma amiga (também louca da música!) fomos em um bar ver amigos tocarem e de repente… lá estava eu cantando no lugar dos músicos, rs. Não consegui o vídeo, então fica a foto (meio embaçada porque tirei do vídeo) de aperitivo; a música era Frisson (amoooooo!).

cantando Frisson

Quando me mudei para o interior, estava sentindo muita falta de cantar, e entrei para o coral de pais da escola de música onde meu filho faz aulas (sim, CLARO que está no sangue dele também; aliás, muito mais que no meu, ele é uma verdadeira fera no violão – mas dessa parte conto em outro post…). Tivemos aula com uma corista profissional, aprendemos técnicas vocais e fizemos até uma apresentação no maior teatro da cidade. Mas durou pouco tempo o projeto, e lá fiquei eu órfã da música de novo. Foi mais ou menos quando eu e a minha digníssima esposa, Mari, resolvemos nos aventurar juntas no mundo das composições. Ela toca violão bem e é daquelas pessoas determinadas, que quando se compromete a aprender uma música não desiste até conseguir tocar com perfeição, sabe? E pra mim isso é mais que suficiente, porque eu só sei tocar umas sete notas, e ainda sou bem ruim na mão do ritmo, kkk, então prefiro ficar com a parte de cantar mesmo! Mas enfim, aconteceu de um dia, quando estávamos morando na casa da minha sogra, ainda mais no interior e sem nada pra fazer numa época beeem curta de grana, termos a ideia de compor umas músicas, sobre qualquer coisa que a gente quisesse. E que delícia foi isso!

A primeira saiu em inglês (porque a gente fala muuuito em inglês no dia a dia), se chama “Stars in The Sky” e, gente, não é por nada não, mas é dessas músicas que se alguém bacanão gravasse ia fazer sucesso, sabe? Rsrsrs. Ficou bem boa mesmo, e a gente só não gravou ainda (tipo pra ficar registrado) porque queremos fazer um arranjozinho pra ela, com um amigo nosso músico bããão também! E depois vieram outras… “A Chuva”, “Amigo”, uma que ainda não tem nome e outras começadas e ainda não terminadas. Antes disso, com o João, eu já tinha composto uma música chamada “#vidadeinterior”, que virou a nossa hashtag quando viemos pra cá, rs. Enfim, a gente é musical pra caramba lá em casa, adoramos quando os amigos músicos vêm pra ficarmos tocando horas e curtimos demais essa história de compor que, confesso, neste ano está bem parada, por causa de outros projetos tantos. Mas queremos VAMOS voltar!! A Mari tinha até a ideia de fazermos um canal no Youtube de nós três cantando e tocando… quem sabe agora que a empolgação com o blog está rolando a gente não tira essa também do papel, né? Então, pra ajudar, aproveite que este é um blog democrático e comente aí: você gostaria que a gente fizesse essa ideia rolar? Como? Acharia legal um canal no Youtube da gente cantando as nossas e outras músicas? Ou já tem demais disso e você tem uma sugestão melhor?

Quero ouvir você!!! Sou comunicativa, adoro uma conversa, saber uma opinião diferente, conhecer as ideias dos outros e tô querendo colocar a música mais pra dentro do meu dia a dia, então, vou adorar saber se e como você gostaria de ver e ouvir isso! 🙂

4 comentários em ““Canto, canto, minha gente!…”

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