Aprendendo a ser índigo e feliz

Se você leu a página Quem sou eu antes de chegar neste post, já sabe que eu sou a Julie, e que sou muitas! Uma vez, em uma conversa muito densa, tentando explicar para uma pessoa importante em minha vida que ela não era menos importante do que outras coisas, eu usei uma metáfora (pausa para mais uma informação sobre mim: eu AMO usar metáforas, pra qualquer assunto, e fico mega feliz quando crio uma boa! rs) e acho que foi a minha melhor forma de me definir até hoje: se a Julie fosse um bolo de aniversário, ela não seria um bolo único todo decorado com um tema só; ela seria um amontoado de cupcakes diferentes, uns maiores que outros, uns mais decorados que outros, uns servindo de base para outros, que juntos – e só quando estão juntos – formam um grande bolo. Além de fiel a quem sou, essa metáfora é boa porque envolve comida (que está no meu TOP 5 de melhores coisas da vida), rsrs.

Mas o engraçado é que, anos atrás, quando a usei pela primeira vez, ela significava algo bem diferente do que significa hoje. Significava ser alguém “diferente”, que não se encaixava exatamente em nenhum dos conhecidos padrões, que estava “fora do comum”, que precisava de muito para ser completa. Ser multi tinha uma conotação ruim para mim (e para a maioria das pessoas próximas a mim), e assim foi por muito tempo. Foi só recentemente, em um momento de redescoberta junto com a Marianne Vorrath, que é coach, que comecei a encarar isso de forma positiva, que comecei a perceber que eu não era a única a ser assim e que o “ser assim” tinha um nome: pessoas índigo.

Conceitualmente, segundo literatura, índigos são os indivíduos que nasceram trazendo características que os diferenciam das outras pessoas, tais como a espontaneidade, a intuição, a resistência à moralidade estrita e restritiva, e uma grande, enorme imaginação. E outras palavras: se você, quando criança, levava bronca por falar alto demais ou dizer coisas sem pensar, não aguentava brincar muito tempo de uma coisa só, respondia todas as ordens com “por quê?”, não conseguia dar uma resposta só para a pergunta “o que você vai ser quando crescer”, tinha uma curiosidade imensa com outros lugares do mundo, outras culturas e pessoas muito diferentes de você e se imaginava no futuro cada hora fazendo uma coisa diferente, você provavelmente foi uma criança e, consequentemente, é um adulto índigo. Mais algumas características das pessoas índigo:

  • São muito inteligentes, apesar de não terem tido as melhores notas na escola.
  • Tinham aversão ou detestavam grande parte dos trabalhos repetitivos e obrigatórios da escola.
  • Muitos experimentaram depressão existencial bem cedo e sentimentos de impotência ao decorrer de sua infância e adolescência.
  • Têm dificuldade com empregos supervisionados, porque resistem à autoridade e ao sistema hierárquico de trabalho.
  • Têm problemas com sistemas que consideram falidos ou ineficazes, como sistema financeiro, político, médico, educacional.
  • Se frustraram ou rejeitaram um ou mais dos tradicionais sonhos – de se formar, ter uma carreira, casar, ter filhos etc.
  • Sentem um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo, mesmo que não saibam reconhecer qual é a sua vocação para realizar esse desejo.
  • Desde muito novos têm interesses por assuntos espirituais.
  • Possuem forte intuição.

E aí, se identificou? Eu não vou contar aqui neste post cada uma das partes da minha vida que fizeram com que eu me identificasse como índigo porque o blog todo, com a soma de seus posts, é a explicação disso. Mas posso compartilhar aqui com vocês o vídeo que assisti em 2017 e que me fez pensar: “Caraca!! Essa sou eu!!”. Ele é da escritora e coach Paula Abreu, uma pessoa que admiro muito e com quem aprendo demais.

E agora? Se identificou mais ainda? Então bem-vind@ ao nosso mundo, o mundo dos índigos, o mundo dos que têm mais de uma profissão, demoram para se casar ou se casam mais de uma vez, não conseguem ficar muito tempo em um mesmo trabalho, uma mesma casa, uma mesma cidade, têm uma vontade incontrolável de fazer algo mais de sua vida e, principalmente, sabem que cada um é único, e que se estamos aqui, nesta criação maravilhosa de Deus chamada Terra, é porque recebemos Dele um dom especial, uma missão. E não deixar essa missão pra lá, mas colocá-la em prática o quanto antes é, acredito eu, a melhor definição de “fazer a vontade de Deus”.

Qual a minha missão? Bem, para isso eu ainda não tenho uma resposta 100% definida, estou em processo de descoberta. Mas posso dizer que ter começado este blog já é um passo grande, gigantesco em direção a isso, a ser a melhor versão da Julie que Deus criou! 🙂

indigofeliz

6 comentários em “Aprendendo a ser índigo e feliz

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